terça-feira, 3 de abril de 2012

Você Pode Resolver Isso?

No Brasil e no mundo campanhas estão sendo realizadas em defesa dos direitos humanos no Irã. Defensores dos direitos humanos, minorias religiosas e apoiadores dos direitos da mulher são proibidos de entrar em universidades, ou mesmo expulsos, por suas crenças. Por injusta determinação do governo iraniano, cidadãos são excluídos, seus sonhos e futuros são ameaçados e destruídos.

A educação é um direito universal, e uma obrigação de qualquer país para com seus cidadãos. Negar acesso à educação é uma grave violação do direito comum. A qualidade da educação transforma a realidade de uma sociedade, e deve ser considerada como o mais importante recurso de qualquer comunidade.

A campanha se chama Você Pode Resolver Isso? E já acontece frequentemente em mais de 11 países. No Brasil já foi feita na Universidade de Brasília (UnB), na Universidade Federal Recôncavo Baiano (UFRB) e agora na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).




Você Pode Resolver Isso? É o Slogan da campanha, você pode enviar uma mensagem para seu governo, e "dar voz àqueles que não podem falar", acessando aqui.

sábado, 24 de março de 2012

Feliz Aniversário para o Billzão!!




Vamos falar sobre uma figura, uma figura da copa, uma figura de quadrinhos. Uma figura do album de figurinhas, uma figurinha que vem no Elma Chips. Uma figura 2.2 do livro de geografia, uma figura histórica, é ele o Bill.

Me lembro muito bem como se fosse ontem, lá em Cuiabá, o lugar onde estava *le eu descendo a escada quando fui subitamente jogado por 2 lances de escada, batendo a cabeça violentamente na quina do último degrau. Sim, foi ele mesmo, o Bill com uma de suas humildes brincadeiras - que para se redimir ajudou-me a voltar à consciência após uma série de baldes de água fervente sobre minha cabeça.

Não confundir com
Mark Zuckerberg
Claro que meus 58 pontos não me impediram de correr atrás dele com uma motosserra - e sua perna quebrada não o impediu de martelar minha mão quando estava apoiando na janela.

E hoje é aniversário dele, do Billzera, Billzão, Billex, espigoense, campograndense e palmeirense. Engenheiro, contador de história, abridor de geladeira e fã do William Sears. Criado a limão com açúcar, a pastel de queijo, fandango no pote e pão com manteiga. Se você já conhece esse personagem, sabe que o que é ser surpreendido com óleo quente no lombo.

Aí está o perfil da figura:
 http://www.facebook.com/profile.php?id=541606797 .

Se só podemos dizer parabéns pelo seu aniversário: parabéns. Mas se podemos dizer qualquer outra coisa aí vai:

Poesia é bom todo dia
Seja de noite, ou seja de dia

É níver do Billzão
Dia de ganhar pão
dia de bolo e refri
na casa dele
e tudo Free

Não é todo dia que acontece
o aniversário de ninguém infelizmente
por isso esperarei dele um presente
de preço elevado, ansiosamente

Parabéns Billzão, felicidades!! :D


sexta-feira, 2 de março de 2012

De volta para o MAX

Os programas de hoje em dia tem tantos recursos impressionantes, que nem sabemos para que servem a maioria deles, não é incrível? As estações e os ciclos passam, o circuito é notável, e novamente e felizmente tenho oportunidade de utilizar o Max e continuamente desvendar de seus quase ilimitados mistérios. Gostaria de postar atualizações destes pequenos projetos. Um abraço a todos!
 O cuco ao lado é para um aplicativo criado por João Paulo Limberger que irá avisar todas as horas cheias desejadas. A animação ainda está a caminho, mas se você possui Android, poderá instalá-lo e conhecer outros programas em questão. Passeie um pouco por android.psique.org.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Viver no Irã


Se pudesse escolher, não teria saído do país, explicou Fahrad
Arjmandi Hossein Abadi, que ganhando um bom salário como mecânico, equilibrava sua tragetória em terras iranianas. Mas a opressão se intensificava e o país estava a beira de uma revolução nos anos 70. Entre os fatores que ocasionaram tal revolta estavam a rápida ocidentalização da clásse média, e corrupção desmedida, característica de super-faturamentos e desníveis sociais. Tudo isso junto à uma opressão sufocante, que culminou na revolução islâmica em 1979, com a tomada do poder por Aiatolás, tirando do poder o Xá Reza Pahlevi, para Ruhollah Khomeini.



Antes mesmo da revolução milhares de pessoas saiam do país como refugiados, algo que se intensificou após a revolução.


Embora o novo regime teve em seus alicerces a promessa de melhorias, igualdade e justiça, continuou deixando marcas de violência entre aqueles de pensamento livre, sobretudo abriu as portas para a discriminação para com judeus, cristãos, zoroastrianos e bahá'ís, ou qualquer religião que não o Islã. A maior minoria religiosa, seguidores da Fé Bahá'í, contando cerca de trezentos mil adeptos, era a única oficialmente não-reconhecida pelo Estado como uma religião.


Com seus 22 anos, Fahrad foi chamado para servir no exército durante a guerra Irã-Iraque (1980-1988), mas não aceitou. "Não podíamos estudar na faculdade, mas queriam que servíssemos o exército", queixou-se Fahrad, e por ser um membro da Fé Bahá'í, não podia entrar na faculdade.


Mesmo contra sua vontade, decidiu deixar o país, juntando-se àqueles mais de mil refugiados no Paquistão sob assistência da Cruz Vermelha - entidade da Organização das Nações Unidas (ONU). A maioria mudava-se para Austrália, Canadá, Estados Unidos ou Índia, ou onde haviam famílias ou conhecidos.


Fahrad optou por morar no Brasil, onde está há mais de 15 anos. "A liberdade aqui não tem comparação, vocês vivem no paraíso, não sabem o valor que isso tem. É um presente de Deus para vocês", expressou.

Antes da revolução, Yari Gassem, também iraniano, era general do exército. Prestou serviços filantrópicos e deu palestras em várias cidades. Ficou sabendo de muitos colegas de exército que foram presos e julgados por suas crenças religosas. “Planejaram me matar”, relatou Yari. “Todos ficaram contra mim, porque os sacerdotes disseram para os militares que eu era espião”.

Yari teve ajuda de seus colegas para deixar o exército em segurança, sem ter de enfrentar cinco ou dez meses de julgamento, como outros haviam passado. Aposentou-se e então se mudou de Shiráz para Teerã, onde continuou dando palestras e viajando pelo país, atraindo atenção dos jovens. “O governo quer o povo ignorante, pois assim podem realizar suas ideias”. Ficou 25 anos como oficial, e conseguiu aposentar-se apenas seis meses antes de se tornar coronel, mas não poderia continuar. Yari optou por se mudar para Peru a fim de continuar servindo a sua religião como fazia antes, sendo um militar no Irã. Esperou mais um ano, e seu novo objetivo era o Brasil.

Yari Gassem mudou-se para Campo Grande e diz que o país é muito rico por natureza, pois é raro encontrar um lugar onde pode-se plantar e colher em qualquer época do ano. "A maior riqueza de qualquer país são as 'cabeças', a sabedoria do povo. Os países que investem na educação, e que obtém conhecimento de outros países são os que mais se desenvolvem."


Behrooz Tolooi era criança quando deixou o Irã, mas se lembra dos dias frios de inverno em Teerã, cidade onde nasceu. Da rotina de ir para a escola, com as ruas cobertas de neve. “Adorava ver os homens em cima de casas retirando as camadas de neve que se acumulavam nos telhados.” Visitava seu tio em uma cidade próxima chamada Yazd, e animava-se ao vê-lo cuidar de pequenas plantações de melancia e melão na chácara. “Nesta época o Irã era governado pelo Xá e havia até um certo ponto de liberdade quanto ao vestuário e liberdade religiosa.” Procurou inúmeros médicos devido a problemas de saúde, até que um deles havia dito que um lugar de clima tropical ou subtropical ajudaria a melhorar seu problema. Foi morar na Índia com uma de suas irmãs em 1973, o médico estava certo.

Behrooz Tolooi, que hoje vive em Dourados, a 224 km de Campo Grande, está no Brasil desde 1979, e não se imagina vivendo em outro lugar. “Amo este país por diversas razões, entre as quais posso destacar a diversidade racial, as belezas naturais e um povo amável”. Se tivesse condições iria rever seus parentes espalhados pelo mundo, como irmãos, primos, sobrinhos. "Mas hoje em dia com o 'Skype' e outros meios de comunicação, esta saudade é diminuida."

Nenhum povo gosta ou aceita a opressão e a intolerância, e tal relação apenas se desgasta com o tempo. O Irã, parte da antiga civilização Persa remonta mais de sete mil anos de história, e por isso possui riquezas que poucos ocidentais tem conhecimento. Muitos jovens, em países fechados como o Irã, por terem acesso a novas tecnologias e terem conhecimento do que acontece no mundo, frequentemente levantam a voz em defesa da justiça e equidade. Embora seus principais meios são recursos proibidos ou restritos como Blogs, ou Redes Sociais. Sabe-se que a maior parte deles acredita que seu país tem um grande potencial e muito para oferecer à humanidade.

sábado, 19 de novembro de 2011

O Futuro não mudou tanto.. (Parte 5)

... a tranquilidade de não ter mosquitos incomodando-os o tempo todo. Joãozinho contava a história de como tudo havia começado - 2/3 da floresta amazônica consumida, desequilíbrios escatológicos, e meia-américa a procura de um repelente, que foi desenvolvido posteriormente por seus netos.

Espigão era, além do mais, capital do monopólio hídrico, capaz de matar a sede de trilhões de pessoas diariamente. Isso não ficaria assim para sempre.

O espírito da época poderia se resumir em uma única palavra: colapso.

Foi então que ...


parte 4 - http://dubill.blogspot.com/2011/11/o-futuro-nao-mudou-tanto-parte-4.html

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O Futuro não mudou tanto... (Parte 2)


.. assim o Joãozinho fugia da multidão, pois não sabia como foi parar justo na corrida de São Silvestre. Depois de um tempo encontrou ruas praticamente desertas, pois já não haviam tantos carros - pensou consigo mesmo "sou apenas um menino, um menino em um mundo obscuro", sim! Porque aquele era um mundo dos contrastes e das incertezas, um tumulto por assim dizer.


A tecnologia evoluiu na velocidade de nossa desilusão. Como poderíamos melhorar isso, perguntou o tocador de gaita, como poderíamos transformar isso tudo, perguntou o lustrador de botas, e "como podemos"... perguntavam os cidadãos de Espigão ....

Continua no blog http://www.ehcoisaseria.com/

<< parte 1 http://dubill.blogspot.com/2011/11/o-futuro-nao-mudou-tanto.html


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Não tenho nem palavras (original)

E não é que o dia de hoje surpreendeu? Estava tranquilo e sossegado logando de boa, a beira da meia noite, para ver as últimas da Internet, isto é, do Facebook, quando algo nos chamou realmente a atenção. Não é de hoje, e não é todo dia que podemos ter de pensar em elaborar umas mensagens de parabéns, um pouco mais complexas, e bem elaboradas sobre aquela pessoa, aquela a quem escrevemos.

E não é de hoje que essas mensagens são copiadas. Isso mesmo, copiadas, dá para acreditar? Teremos que chegar ao ponto de registrar as cópias das mensagens que escrevemos para nossos amigos de longa data? Em pleno cartório, e ainda cobrar royalties? Não! não conheço ninguém que faria isso, ou seja, copiar mensagens de parabéns em plena luz do dia, e em pleno facebook - a não ser, ele, é claro, o Billzão, o famoso duBill!

E o que me sobra a não ser processá-lo?

Mas o dia surpreendeu pois a frase que dizia "aniversariantes do dia" tinha o nome dele, de um camarada, companheiro, amigão, engenheiro, cientista, jogador de videogame, faz macarrão instantâneo nas horas vagas, assiste as temporadas do Chaves, serve a humanidade e loga no Facebook - um super sayajin, um navegador dos sete mares, um pirata do Caribe, o Jason X,  Wolverine, Smurf. Um Brother in Arms, Army man e um Battlefield - é ele, o Guilherme Leroy (facebook.com/guilherme.leroy), também chamado de Grande Leroy! Só posso dizer parabéns e felicidades brother, hoje deveria ser feriado na via-láctea, ou melhor ainda, na Bahia!

(Qualquer repetição dessa mensagem em qualquer outro lugar que não neste blog 'r3dcomet' é mera cópia!)

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Não dá partida!


- Seguinte técnico, esse computador é novo, veio com Linux e depois instalamos o Windows XP. Dê uma olhada, parece que a bobina parou de funcionar e ele ficava batendo na dianteira - será que o problema é elétrico ou mecânico?

O técnico pára por um instante, respira fundo, olha o relógio, em seguida fita para o horizonte chuvoso e lá enxerga o futuro na velocidade da luz. Volta de súbito para si, e como se o problema já estivesse resolvido, reinicia o computador e dirige-se ao cliente:

- Então meu caro senhor, na verdade, como já imaginava, o problema estava nas velas. Tive que trocá-las, mas isso é muito comum.
- Ah! Por isso o motor fazia aquele barulho estranho!

- Exatamente senhor, não esqueça de colocar água no radiador regularmente.

Então tudo ficou estranhamente em câmera lenta, com o som ambiente no segundo plano. O cliente parou um instante e olhou para a janela de expectativas, viu a lâmpada fluorescente que piscava furiosamente de oportunidades, e uma caixinha de CD vazia suspensa na mesa, pegou de sua jaqueta uma revista em quadrinhos impecável do último episódio de Dragon Ball Z, e apreciou-a de relance como que pela última vez, e então, entregou ao técnico:

- Aqui está seu pagamento, como prometido.

(Olhar de suspense de ambos)

Fim.